e pesquisas sobre a educação no campo e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na luta pela escola pública voltada à diversidade. Estudos que valorizam o trabalho no campo e os sujeitos trabalhadores, suas particularidades, contradições e cultura como práxis, em contraponto ao paradigma da educação rural, vinculado aos interesses do agronegócio, do capitalismo agrário e, conseqüentemente, ao fortalecimento das políticas de esvaziamento do campo. De acordo com a professora, a educação no campo precisa ser problematizada, principalmente em cursos de formação de professores, articulando mundo do trabalho, práticas educativas nas escolas do campo e política pública educacional em contextos locais e global.
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